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Imagem by Valéria



Pronto, cai na boca do povo...

Agora é a minha vez...
E lá vamos nós para o Eu já, já que a minha amiga (mui amiga...rs) P_. me passou
 
Eu já:
  1. Fui mais moleque que menina
  2. Soltei pipa e andei de carrinho de rolemã
  3. bati em meninos na rua
  4. me apaixonei perdidamente pelo professor de História que nem sabia que eu existia
  5. me apaixonei pelo professor de Química e fui correspondida (alguma compensação essa máteria tinha que me dar...rs)
  6. fui trocada por uma prima
  7. fui traída por amigas
  8. transei sem a menor vontade 
  9. menti na hora do orgasmo
  10. fiz sexo virtual
  11. chorei dias a fio por um amor perdido
  12. fiz alguém chorar por não querer mais
  13. briguei com a minha mãe de sair no tapa
  14. neguei que estava afim só pra me fazer de difícil
  15. escrevi cartas de amor que nunca mandei
  16. mandei várias cartas que nunca foram respondidas
  17. me desesperei de preocupação por alguém
  18. me emputeci com pessoas que me eram caras
  19. matei (simbolicamente) muitas dessas pessoas aí
  20. fiquei horas no telefone quando uma amiga perdeu o bebê
  21. paguei 3000 reais por essa conta de telefone :S
  22. me apaixonei por uma menina achando que era ele (ai meus sais, a era da internet)
  23. quase fui morar nos EUA e larguei tudo por amor
  24. morei longe de casa e chorei de saudades
  25. me acostumei à distancia
  26. briguei com amigos por bobagens
  27. pedi perdão um milhão de vezes
  28. tomei um porre de Saint-Remi com laranja
  29. cabulei aulas só para dar beijos atrás da escola...rs
  30. briguei com DEUS, depois fizemos as pazes...rsrsrsrs
  31. apoiei amigas mesmo sabendo que estavam erradas
  32. falei verdades que doeram sem me importar que fosse doer
  33. segurei bebês no colo
  34. vi pessoas morrerem nas minhas mãos sem poder salva-las (por isso parei com o curso de enfermagem, pessoas morrem de VERDADE nas mãos da gente, não é coisa de ER só não)
  35. me emputeci com alguém que se matou
  36. devolvi uma prova em branco, pq o PROFESSOR me passou a cola e eu me indignei ....rs
  37. cantei meu professor de Penal....rsrsrsrs
  38. me arrependi de deixar de fazer N coisas
  39. corri atrás para tentar recuperar o tempo perdido, mas já tinha passado e não deu mais.
  40. escrevi contos eróticos
  41. perdi noites de sono escrevendo, e ainda faço!
Pelo que entendi, tenho que passar adiante... então... vai lá Crys e D. Lê, a vez é de vocês...rs


- Postado por: Claudia Floresta às 20h37
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Inverno

 
As folhas já cairam das árvores, as cores tornaram-se um tanto melancólicas, mas também charmosas, depende da "leitura" que farão delas
 
As noites são maiores, as sombras mais intensas, as roupas mais pesadas...
 
Época ideal para o recolhimento, não apenas para o exterior, recolhimento pessoal...
 
Tempo bom para boas leituras, para preguiça em frente à tv, ou para um cinema, teatro, jantar a dois, música lenta e tranquila.
 
Conversas acompanhadas de vinhos, meia luz, voz mansa.


- Postado por: Claudia Floresta às 00h28
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13 de junho...

Hoje é dia 13, não apenas um 13 qualquer, hoje é 13 de junho... e isso quer dizer muita coisa!

 

Hoje é dia de Santo Antônio, minha gente!!!!

 

Isso mesmo... e para aqueles que pensaram: lá vem ela falar do "Santo Casamenteiro", têm razão, vou falar sim do "Santo Casamenteiro",  mas não apenas casamenteiro, Santo Antônio também é conhecido como o Padroeiro dos pobres, e chamam por Santo Antônio sempre que tem objetos perdidos, então, ele é mais que apenas o casamenteiro de plantão.

Santo Antônio, também conhecido como Santo Antônio de Pádua, nasceu em Lisboa no dia 15 de agosto de 1195, em uma família rica, e aos 15 anos entrou para um convento agostiniano. Foi amigo de São Francisco de Assis, letrado e muito bem quisto, Santo Antônio  foi professor teológico e escreveu muitos sermões para domingos e dias santificados, alguns dos quais foram reunidos e publicados entre 1895 e 1913.

 

Sua história é belíssima e em vários textos lidos, percebi que ele era uma pessoa que defendia com paixão os pobres principalmente, mas as pessoas em geral, e quando não conseguia tocar-lhe os corações, dirigia-se aos pássaros, aos peixes, enfim, à natureza, pois que devotava-lhe amor incondicional.

Dono de um coração enorme, tinha um corpo fragilizado pela doença, e faleceu perto de Pádua em 13 de Junho de 1231.

 

E é por esse motivo que o dia dedicado a Santo Antônio é o 13 de Junho.

 

A origem do santo Casamenteiro: "De acordo com o  costume relatado pelo  Rev. Francis X. Weiser  publicado em 1.958, as garotas Bascas faziam uma peregrinação no templo de Santo Antonio em Durango, no dia de sua festa, e oravam para ele  encontrar para elas, um “bom rapaz”.
Vale dizer que os rapazes bascos faziam a mesma jornada e ficavam do lado de fora do templo até as moças  terminarem as suas preces  e aí eles as tiravam para dançar. Weiser especula também que esta associação entre noivado e casamento  é inspirado porque temos varias imagens de Santo Antônio carregando um  “bebê ” (Menino Jesus) nos braços.

 

Outra versão, muito contada pelos antigos, diz que uma jovem depois de fazer uma novena à Santo Antônio e não tendo encontrado noivo, zangada, jogou a estátua de Santo Antônio que tinha em seu oratório, pela janela e a mesma caiu na cabeça de um caixeiro-viajante que passava. Este gritou e ela  foi correndo ajudá-lo e levou-o para dentro e tratou de seu ferimento. Ele se apaixonou por ela e se casaram.

 

Conta-se que uma donzela não dispunha do dote para casar-se e, confiante, recorreu a Santo Antônio. Das mãos da imagem do Santo teria caído um papel com um recado a um prestamista (pessoa que empresta dinheiro a juros) da cidade, pedindo-lhe que entregasse à moça as moedas de prata correspondentes ao peso do papel. O prestamista obedeceu e pôs o papel num dos pratos da balança, colocando no outros as moedas. Os pratos só se equilibraram quando havia moedas suficiente para pagar o dote."


E por ser hoje, dia 13 de junho, e também uma sexta-feira... onde muitos acreditam ser um dia "das bruxas", lembro-lhes para se protegerem sob a guarda de Santo Antônio... as casadoiras, ofereçam a ele a trezena de oração (não, não são treze dias apenas, são treze semanas, e as orações devem ser feitas numa terça-feira... rsrsrsrs... é outra tradição dos milagres de Santo Antônio).

 
Aos que não são assim tão supersticiosos, recomendo que ao menos façam uma oração a Santo Antônio, para "prevenir", ora pois!


E aqueles que são incrédulos mesmo, cuidado, na hora do aperto, lembrem-se de Santo Antônio...rs



- Postado por: Claudia Floresta às 16h09
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09 de Junho...

 

Estou me sentindo urgente

 

Uma urgência que ruge no peito e vem à tona feito vulcão

Tenho pressa...

Tanto por fazer... tanto a realizar... tanto a estudar... a procurar... a descobrir... a viver... a sentir...

Quanto tempo ainda para tanto???

Costumo dizer que viverei além dos 90, pensando assim, ainda tenho bastante tempo...

Mas o tempo é tão relativo...

Em dois anos vivi tão pouco...

Em seis anos envelheci tanto...

Em oito anos... ahhh... em oito anos...

Em vinte anos amargo a dor da separação... mas não uma dor agridoce... nada de melodramas... esse tempo também já passou... ficou a saudade... e o agradecimento pelos 13 anos vividos...

E nesse espaço... quantas vezes conversamos??? quantas lágrimas derramei, tanto de dor como de amor, puro amor...

Hoje sou a soma de tudo que vivi, de tudo que quero viver...

Hoje queria o colo, o sorriso largo... os braços fortes... o aconchego...

Comemorar contigo 64 anos de vida!!!

Não foi-lhe possível estar aqui todo esse tempo, na verdade, ficou a sensação de que viveu muito pouco, mas se pensar com a fé que me move, sei que esta mais vivo do que antes, e sei, tenho certeza, sinto dentro de mim, que hoje, daí... esta muito mais consciente que eu, esta muito mais vibrante que antes, e esta feliz...

Aqui, fico com a saudade, tentando desprezar o meu apego, sentindo-o bem, me sinto bem, sentindo-o feliz, faço da tua a minha felicidade!

O som do teu riso é música aos meus ouvidos, e posso viver 100 anos, não vou esquecê-lo...  você sempre fará parte da minha vida.

 

 

PS: Pequena, nunca poderia esquecer o teu dia também... FELIZ ANIVERSÁRIO!!!



- Postado por: Claudinha às 11h28
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Quanto você ama???

 

Estava navegando na net... e me vi frente a frente com essa matéria...

E claro... bateu um "clic", né?

Mesmo porque, diferentemente do que o texto relata, sobre a dificuldade nos adultos em dizer de forma tranquila que ama, eu sou mais "criança" nesse sentido... rsrsrs... porque não tenho a menor dificuldade em dizer que amo, ao contrário, digo e digo sempre.

Meus amigos são testemunhas disso...rsrsrsrs

Minha família também... faço questão de dizer que amo, mas apenas quando sinto isso... não gosto da banalização do afeto, não gosto da banalização das palavrinhas sinceras, não gosto de dizer por dizer.

Quando amo, digo que amo nas ocasiões mais inusitadas, lembram da frase "me ame quando eu menos merecer, porque é quando mais vou precisar" ou qualquer coisa assim? eu amo assim... e declaro meu amor assim também...rsrsrsrs... se você é amado por mim, vai me ouvir/ler que o amo, quando estiver fazendo a coisa mais engraçada, mais idiota, mais tola...rsrsrsrs... ou quando eu me despedir de você, porque a despedida é uma separação, temporária ou não, do amor.

O amor, pra mim, não acontece 24 horas por dia, 365 dias por ano.

Odeio quem amo também.

Sou humana, e intensa, então, na mesma medida que amo, odeio.

Meu amor não é cego, então, eu vejo defeitos nos outros e em mim mesma.

E quando não concordo com algo, não concordo e ponto, e digo claramente que não concordo, e tem que ter uma lábia muito boa para me convencer do contrário.

Sou argumentativa, e discuto horas a fio, e isso não quer dizer que não ame, ao contrário, só discuto com quem amo.

Mensurar o sentimento é algo engraçado e pode ser divertido.

Amo você, daqui até a LUA!!!!

É assim que eu amo, exageradamente...rsrsrsrs... e você... quanto você ama???

 

 

“Jeitos de medir o amor

Um coelho empenhado em dizer a seu pai o quanto o quer bem

por Gláucia Leal

 

É possível mensurar o quanto gostamos de alguém?

Há como dizer em que grau o som de sua voz e o calor de sua pele nos fazem falta ou com que intensidade queremos seu bem? O curioso é que, mesmo quando temos certeza da imensidão do sentimento que nos invade, muitas vezes surge o desejo -– e o desafio -– de oferecer ao outro as dimensões desse afeto. Surgem daí os diálogos entre apaixonados que, depois de um beijo e antes de um carinho, se divertem contabilizando o querer. E também as conversas de pais e filhos pequenos que calculam o amor de formas às vezes curiosas – por meio de braços abertos, de gigantes enfileirados ou estrelas que nem existem mais (das quais só restaram o brilho que ainda vislumbramos no céu negro).

É com essa idéia de quantificar o amor que brinca o livro Adivinha o quanto eu te amo, de Sam McBratney, delicadamente ilustrado por Anita Jeram. Publicado originalmente em Londres e lançado no Brasil pela Martins Fontes, o livro tem como personagem um coelhinho empenhado em dizer ao seu pai o quanto gosta dele: ‘“Eu te amo a altura do meu pulo!’, riu o Coelhinho saltando para lá e para cá. ‘E eu te amo a altura do meu pulo’, riu também o Coelho Pai, e saltou tão alto que suas orelhas tocaram os galhos da árvore”. O diálogo prossegue nessa linha e, para felicidade do filhote, resta-lhe uma certeza antes de fechar os olhinhos cheios de sono e adormecer em sua cama de folhas: ele é ouvido e querido.

O livro, ilustrado em tons de aquarela, pode ajudar crianças e adultos a falar sobre sentimentos – uma tarefa nem sempre fácil. Afinal, talvez não seja por acaso que nos consultórios psicológicos os profissionais ouçam com tanta freqüência o desabafo de pacientes adultos que, de alguma forma, se ressentem por jamais ter escutado um “eu te amo” de seus pais. Não raro, na vida adulta muitos se debatem diante do desejo de pronunciar essas palavrinhas com aura mágica a seus companheiros, amigos queridos, pais e até aos próprios filhos, mas se sentem incapazes de dizê-las, temendo parecer exagerados – ou até mesmo ridículos.

Ao longo da terapia a maioria dessas pessoas reconhece o que foi impossível aos adultos que os criaram: expressar em palavras o que sentiam. Eles, sem dúvida, demonstraram dedicação e desvelo de outras maneiras, embora às vezes inadequadas ou insuficientes por pura impossibilidade de fazer algo melhor. Para algumas dessas pessoas, superar a barreira do que não lhes foi dito e encontrar as próprias palavras para contornar afetos são uma verdadeira libertação.”

 

Gláucia Leal é jornalista, psicóloga, psicanalista e editora de Mente&Cérebro

 

 

Fonte: http://www2.uol.com.br/vivermente/noticias/jeitos_de_medir_o_amor.html

 



- Postado por: Claudinha às 12h08
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